O ex-vice presidente da torcida paranista Fúria Tricolor, Cláudio Luiz Marques, diz que a violência pode ter sido provocada por facções dissidentes das torcidas localizadas na região sul da cidade. ‘‘Infelizmente, hoje muitas torcidas estão infestadas de bandidos’’, afirma.
Marques, que atualmente é diretor comercial da Fúria Tricolor, destaca que a direção faz reuniões periódicas para conscientizar os torcedores cadastrados. Ele diz que a polícia deveria fazer uma operação dirigida a regiões específicas de Curitiba.
O presidente da torcida atleticana Os Fanáticos, José Carlos Belotto, afirma que nenhum integrante participou do vandalismo. ‘‘Alugamos ônibus que buscaram e levaram as torcida em nossa sede’’, disse. ‘‘A violência é um problema social’’, acrescentou.
O presidente da Federação Paranaense de Futebol, Onaireves Moura, diz que a entidade gastou R$ 2 mil no frete de seis ônibus para transportar as torcidas até estádio. ‘‘Quem comanda as torcidas não destrói’’, justificou.
Moura destaca que uma campanha maciça de conscientização dos jovens poderia solucionar o problema. ‘‘O problema não é do futebol, mas da aglomeração de pessoas’’, afirma.

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