Líder comunitário diz que favelados são discriminados
O vice-presidente da Associação de Moradores da Favela São Francisco de Assis, Abel Aparecido Araújo, aproveitou o debate sobre a deliquência juvenil para se queixar da discriminação contra os moradores da comunidade.
''Ninguém dá emprego para um favelado e quando ocorre um roubo na cidade a polícia corre na favela'', desabafou Araújo. Segundo ele, 90% dos moradores da favela não têm emprego. ''Até no projeto do nosso desfavelamento foram contratadas pessoas de outros bairros.'' A favela São Francisco é a maior de Campo Mourão, com mais de mil moradores e cerca de 300 barracos.
O prefeito Tauillo Tezelli disse que a contratação da mão-de-obra no projeto de desfavelamento não cabe à prefeitura. (S.S.)





