Lúcio Flávio Moura
De Londrina
Trabalhos desenvolvidos por voluntários de entidades religiosas estão descentralizando o atendimento a portadores do vírus da Aids no Norte do Paraná. Com o aumento no número de casos, cidades menores estão contando com católicos e evangélicos para diminuir a distância entre atendimento psicológico e assistência social e os soropositivo e seus familiares.
Dois projetos do gênero ᖠum em Arapongas e outro em Jaguapit㠖, estão ‘‘interiorizando’’ o trabalho realizado por organizações não-governamentais de Londrina e Maringá, que até bem pouco tempo, diante da ineficiência dos programas oficiais, eram induzidos a ‘‘importar’’ infectados de outras cidades da região.
O Projeto Oásis, apoiado pela Igreja Presbiteriana de Arapongas e o Recanto Amigo, mantido pelos católicos da Casa de Maria (instituição com sede em Londrina), estão adotando o modelo das casas de apoio e internatos, que abrigam soropositivos vítimas principalmente do preconceito e da pobreza.

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