O empresário Willy Taguchi reclama da falta de transparência da administração municipal de Maringá, e diz que pretende entrar com mandado de segurança contra o processo de licitação para instalação de agências de turismo no aeroporto da cidade. Taguchi afirma que está sendo vítima de patrulhamento ideológico por parte do Partido Trabalhista (PT), uma vez ele disputou a eleição passada como candidato a vice-prefeito de Jairo Gianoto que concorreu à reeleição.
Conforme Taguchi, a comissão de licitação da prefeitura aceitou as propostas de duas empresas de turismo que apresentaram o cadastro da Embratur com prazo de validade vencido, mas desclassificou a empresa dele, a Limi Turismo, por falta de apresentação da carta credencial.
Outra irregularidade apontada pelo empresário é a decisão da comissão de licitação em aceitar, depois do prazo determinado, que as empresas concorrentes apresentassem novos certificados da Embratur, desta vez com o prazo de validade em dia. ‘‘Em licitação não é permitido anexar documentos depois do prazo estipulado’’, argumenta.
O procurador jurídico da prefeitura, Alaércio Cardoso, negou qualquer tipo de perseguição política ao empresário e afirmou que não há irregularidade no processo de licitação para instalação de agências de turismo no novo aeroporto. Segundo Cardoso, o edital da licitação não determina que as empresas concorrentes estejam com o cadastro em dia junto a Embratur. ‘‘Ele (Taguchi) questiona a validade do cadastro, mas isto não estava sendo solicitado no edital de convocação’’, explicou.

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