A contratação dos serviços de coleta de lixo e limpeza pública de Londrina não será realizada no mês de fevereiro, como estava previsto inicialmente. O processo de licitação para contratação da empresa que efetuará os serviços está parado em decorrência dos recursos administrativos movidos pelas empresas desclassificadas na fase preliminar.
A Comissão de Licitação da Companhia Municipal de Transporte e Urbanização (CMTU) está analisando os recursos. Segundo o presidente da comissão, Marco Antonio Bacarin, não previsão para conclusão dos trabalhos, mas a estimativa é de que perdure durante todo o mês de fevereiro.
Mesmo depois de sair o resultado dos recursos administrativos, que poderá reformar ou manter a decisão da CMTU, as empresas que não concordarem ainda podem recorrer a recursos hierárquicos (enviados diretamente ao presidente da CMTU) e posteriormente na Justiça.
O edital com o resultado da fase de habilitação preliminar foi divulgado em 22 de janeiro. Foram desclassificadas as empresas Fossil Saneamento de Brasília (DF) e o consórcio Copama, das empresas Ecosystem Serviços Urbanos, de Curitiba, e a Transportes 9 de Julio, de Rosário (Argentina).
Continuam na disputa pelo contrato de R$ 39 milhões o consórcio formado pelas empresas CGC, de Piracicaba e Cima, de Cascavel e a Vega Engenharia Ambiental, atual empresa responsável pelo serviço na cidade.
Segundo Bacarin, o Copama entrou com recurso se defendendo por ter sido considerado inabilitado e com outros dois questionando a Fossil e o consórcio formado pelas empresas CGC e Cima. A Vega também entrou com recurso questionando a CGC/Cima. Já a Fossil entrou com recurso se defendendo. Segundo Bacarin, a comissão já está analisando os recursos.

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