Discordância entre o Instituto de Criminalísitica (IC) e Instituto Médico Legal (IML) cria mais confusões na investigação sobre a morte do empresário Júlio Cesar Marino. Agora o impasse existe quanto ao número de tiros disparados pelo assassino, que poderia ter usado duas armas.
O empresário foi morto em 18 de dezembro, na garagem de sua mansão no centro de Londrina. Conforme laudo do IML, elaborado pelo médico legista Fernando Milani, o empresário teria recebido quatro tiros.
Segundo o laudo feito pelo perito Geraldo Gonçalves Filho, Marino teria sido morto com cinco tiros. Segundo Gonçalves Filho, foram encontrados mais três projéteis disparados pelo assassino.
Para o perito da Criminalística, foram dados oito tiros, que não poderiam ter sido disparados da mesma arma. Amanhã, o legista Fernando Milani vai explicar o laudo à Criminalística e à polícia, que ainda não tem pistas do assassino.

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