Curitiba - A direção da Universidade Tuiuti do Paraná (UTP) ainda não sabe quando poderá utilizar as dependências do bloco 1 do campus Champagnat. Foi o único que não foi atingido pelo incêndio, que aconteceu na noite de terça-feira e destruiu boa parte do imóvel, onde funcionavam os 14 cursos de sua Faculdade de Ciências Biológicas e da Saúde. A UTP aguarda o laudo técnico do Corpo de Bombeiros, para dimensionar os danos e estabelecer as medidas necessárias para utilização do prédio.
A intenção da universidade é utilizar o bloco para dar aulas a uma parte dos 3,2 mil alunos do campus. O major Carlos Alberto Mascarenhas Machado, do Corpo de Bombeiros, adiantou ontem que o uso só será liberado mediante laudo técnico que comprove a segurança das intalações elétricas do local.
Não se sabe, ainda, as causas do incêndio. O Instituto de Criminalística, que esteve no local, informou que só dentro de 30 dias terá um laudo conclusivo sobre as causas. A Delegacia de Explosivos, Armas e Munições também está encarregada de fazer o inquérito apara apurar o acidente.
Tanto os bombeiros quanto a direção da UTP, por meio de sua assessoria, confirmaram, ontem, que o Projeto de Prevenção de Incêndio da instituição estava pendente junto aos bombeiros. Segundo o tenente Ivan Ricardo Fernandes, do setor de Vistoria, o projeto ''estava em fase final de aprovação''.
Ontem a direção da UTP reuniu-se com professores e funcionários da área da Saúde. Os funcionários que trabalhavam no campus do Champagnat foram relocados para a sede principal da universidade, no Barigui. Os alunos, por sua vez, terão aulas nos outros quatro campi da instituição. A partir de amanhã os alunos podem conferir os locais de aula pelo site (www.utp.br) ou pelo telefone 0800-410800.

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