O Instituto Médico Legal (IML) do Rio Grande do Sul divulgou, na tarde de ontem (17), o resultado do exame toxicológico do sargento da Brigada Militar gaúcha, Ariel da Silva, 40 anos, que foi morto após conflito com três policiais do Tático Integrado de Grupos de Repressão Especiais (Tigre), do Paraná, no mês passado. De acordo com o laudo, o policial estava com 13,1 decigramas de álcool no sangue, quando o máximo permitido para quem vai dirigir são 2 decigramas.

Os três policiais do Tigre conversaram com peritos da polícia gaúcha na manhã de ontem e, a partir das 22 horas, seria feira a reconstituição do crime em Gravataí, município onde ocorreu o incidente. A previsão é de que a equipe esteja de volta a Curitiba na noite de hoje.

O caso: Os três investigadores do Tigre foram a Gravataí (RS), com o objetivo de libertar dois agricultores que haviam sido sequestrados e estavam encarcerados no município. Na madrugada do dia 21 de dezembro de 2011, por volta da 1h30, segundo a versão do Tigre, um homem de moto começou a seguir o carro em que estavam e, na sequência, abordou o grupo já com uma arma na mão, sem se identificar. Diante da situação houve troca de tiros e o indivíduo morreu.

Após o ocorrido, os investigadores souberam que o homem era o sargento da Brigada Militar gaúcha, Ariel da Silva. No mesmo dia foi decretada a prisão temporária dos três policiais e agora as investigações seguem na Justiça do Rio Grande do Sul.

(Com informações da Sesp)

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