A delegada de Rolândia, Geanne Aparecida Felício dos Santos, aguarda o laudo da perícia feita na arma encontrada junto ao corpo do funcionário da Corol, Cristtph Moers, 45 anos, morto na noite de terça-feira em seu sítio, para prosseguir na apuração do crime. O laudo deve desvendar se os tiros foram mesmo disparados pela arma de Moers. A mulher da vítima disse no depoimento que o crime pode ter ocorrido quando ladrões tentavam invadir a casa. No quintal foram encontradas garrafas vazias retiradas da despensa da casa. Amigos e colegas de Moers disseram à delegada que ele não tinha inimigos e que não acreditavam na hipótese de vingança.

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