A família e os amigos do estudante Adriano de Souza, 27 anos, assassinado na madrugada de 1º de maio deste ano em Cambará (22 quilômetros a noroeste de Jacarezinho), está revoltada com a liberação do principal acusado pelo homicídio. O suspeito Renato Garcia, 18 anos, foi solto 22 dias depois de ter sido preso em flagrante. Ele é acusado de ter efetuado os quatro disparos que mataram Souza e outro que feriu o estudante Edson Franco Matias Júnior, 21 anos, na altura do pescoço, durante uma briga.
A mãe de Souza, Ivone de Almeida Rezende, conta que a família está indignada com a Justiça. Ele alega que um crime bárbaro que foi testemunhado por várias pessoas não pode ficar impune. ‘‘O assassino foi pego em flagrante e depois liberado. Temos medo de que ele fuja e não seja punido’’, lamentou.
O juiz Roberto Arthur David, de Cambará, concedeu o relaxamento da prisão baseado em um habeas corpus solicitado pelo advogado do suspeito. O crime ocorreu no centro de Cambará e chocou a comunidade.
De acordo com o inquérito instaurado pela Polícia Civil, os tiros foram desferidos após uma briga entre um grupo de amigos de Garcia e a vítima.

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