Curitiba Decisão da juíza da 20 Vara Cível de Curitiba, Rosicler Maria Miguel Vigna Mandorlo, proíbe que a escola de idiomas Wisdom use a marca e o material didático e de publicidade em todas as suas franqueadas. A medida atingiria cerca de 20 mil alunos. O despacho atende o pedido de execução provisória feito pela escola Wizard da sentença dada pelo Tribunal de Justiça (TJ), em agosto de 2003, contra a concorrente. O acórdão do TJ estabeleceu multa diária de R$ 500 em caso de descumprimento. A Wisdom ainda pode ingressar com uma medida de efeito suspensivo contra a decisão. O processo, que se arrasta há dez anos, está tramitando no Superior Tribunal de Justiça (STJ).
O advogado da Wizard do Brasil, Juliano Pessini, disse que, na prática, a Wisdom deixa de existir, uma vez que ela não poderá mais usar o nome e terá que adotar outro método de ensino. Os réus no processo, segundo ele, deverão ser citados no início da próxima semana. A Wizard do Brasil acusa a Wisdom de plágio e concorrência desleal, pois os donos seriam ex-franqueados da Wizard e tinham acesso a toda metodologia, material didático e política comercial. Segundo Pessini, a empresa ainda aguarda que a Justiça fixe o valor da indenização.
Os proprietários da Wisdom, Alexandre de Oliveira Pradera e Líliam de Oliveira Pradera, não foram encontrados pela Folha.

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