Justiça indefere ações de perueiros
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sexta-feira, 16 de agosto de 2002
Fernanda Bressan<BR>Reportagem Local 
Cinco liminares de ações individuais propostas pelos perueiros da Associação Paranaense de Auto Desenvolvimento Educacional, Social e Cultural de Londrina (Apadesc) foram indeferidas ontem. O Juiz da 2 Vara Cível de Londrina, Luiz Gonzaga Tucunduva de Moura, negou três liminares e a juiza da 9 Vara Cível, Cristiane Tereza Willy Ferrari, outrasduas.
Além disso, Tucunduva de Moura julgou extintas as ações, o que impede que elas sejam analisadas novamente, e Cristiane Ferrari não acatou o pedido de justiça gratuita solicitado pelos autores das ações, entre eles o presidente da Apadesc, Nilton José Breve.
Outras liminares solicitadas pela entidade, que deseja implantar um sistema de transporte altenativo na cidade, já foram negadas. Uma delas solicitava autorização judicial para que as vans pudessem efetuar o transporte de passageiros e outra, que a CMTU fosse impedida de multar os perueiros da associação. Outros 48 mandados de segurança individuais continuam à espera de análise.
O presidente da Companhia Municipal de Trânsito e Urbanização (CMTU), Wilson Sella, afirmou, que o indeferimento das liminares mostra que as ações da companhia estão respaldadas pela Justiça. ''Mais uma vez, é mostrado à população de Londrina que a atuação dos perueiros no transporte coletivo da cidade é ilegal'', disse.
A Folha procurou Nilton José Breve e o advogado da Apadesc, Álvaro Pinheiro Bressan, mas não conseguiu encontrá-los até o fechamento dessa edição.


