Curitiba O corpo da empresária suiça Christine Pinzon Keller, assassinada em Curitiba há 34 dias, não será cremado hoje, como estava previsto. A Justiça negou o pedido de cremação acatando argumento da Promotoria Pública que acha que as provas do delito podem ser prejudicadas.
O advogado, Elias Mattar Assad, contratado pelo Consulado da Suiça para solucionar o impasse, enviou pedido ao juiz criminal, Irajá Pigatto Ribeiro, para que reconsidere sua decisão. O advogado alegou que o crime do qual Christiane foi vítima já está elucidado pela polícia e o seu corpo foi devidamente periciado no Instituto Médico Legal de Curitiba (IML), onde já se detectou a causa da morte.
Caso o juiz não se manifeste pela cremação do corpo, o advogado vai recorrer ao Tribunal de Justiça do Paraná. Segundo o advogado, a família da empresária está angustiada para providenciar as cerimônias religiosas para o enterro de Christine.
Christine Keller era proprietária de uma agência de publicidade em Zurique, na Suiça. Ela veio ao Brasil em companhia do namorado Cristiano Henrique Bandi Camilo. Cristiano nasceu em Curitiba e retornou à cidade para visitar familiares. Aqui, o casal foi morto pelo amigo de infância de Cristiano, Jean Francisco Schamposki Macedo, que está preso em Curitiba.

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