O julgamento do soldado da Polícia Militar, Osvaldo Castilho, que estava marcado para ontem, em Campo Mourão, foi adiado para março. O adiamento foi determinado pela juíza Mylene Rey de Assis Fogagnoli porque duas testemunhas de defesa, que moram em Foz do Iguaçu, não foram intimadas. Castilho é acusado de ter matado, em maio de 1992, a ex-mulher Elza Fagundes de Lima, o namorado dela, Sebastião Ferri, e o pai de Sebastião, Mário Ferri. O crime aconteceu em Goioerê, mas o julgamento foi transferido para Campo Mourão porque os jurados alegaram temer represálias de outros policiais dependendo o resultado do julgamento. Castilho atualmente atua no destacamento de Farol.