Da Redação
O juiz da 4ª Vara Criminal de Londrina, Arquelau Araújo Ribas, começou na tarde de ontem a tomar depoimentos dos donos e funcionários da empresa Proforte Transportes de Valores, sobre o assalto de aproximadamente R$ 2,9 milhões ocorrido no início de setembro. O interrogatório teve início às 14 horas e ainda não havia terminado no início da noite. Ontem, seriam ouvidas oito pessoas. Outras sete prestam depoimento ao juiz hoje.
O assalto foi praticado por uma quadrilha composta por cerca de 15 homens fortemente armados, que mantiveram funcionários sob ameaça em cativeiro por várias horas. O delegado-operacional da 10ª Subdivisão Policial (SDP), Valdir Abrahão da Silva, que coordenou as investigações, acusa Marcelo Moacir Borelli de ser o chefe da quadrilha.
Borelli está foragido desde a época do assalto. Inicialmente a suspeita era de que os assaltantes teriam levado mais de R$ 4 milhões. A polícia prendeu Osvaldo Sestário – comerciante londrinense que teria dado apoio logístico – e dois foragidos da Justiça que seriam integrantes da quadrilha liderada por Borelli. Os três, que estão presos em Londrina, já foram interrogados pelo juiz da 4ª Vara Criminal e negaram participação no assalto à Proforte.

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