Juiz nega segredo de Justiça
O juiz João Luiz Clève Machado disse que só vai se pronunciar sobre o pedido de prisão preventiva contra Ibrain José Barbino, após receber a defesa prévia do advogado Antônio Amaral, que tem três dias para apresentar a peça. O juiz também se posicionou contrário a um pedido da defesa, feito durante o interrogatório, para determinar que o processo corresse em segredo de justiça. Machado alegou que o caso é de repercussão e que é preciso dar ''transparência'' ao processo para evitar qualquer tipo de suspeita.
A promotora da 1 Vara Criminal, Susana Broglia Feitosa de Lacerda, observou que ''o depoimento da testemunha ocular é diametralmente oposto ao depoimento dele''. A mesma avaliação teve o advogado Valter Bittar, assistente da acusação. ''Ele não justificou o que fez. O dia em que uma bolinha de papel justificar cinco tiros no peito de alguém, acho que a gente não precisa mais de Justiça.''
O advogado de defesa, Antônio Amaral, garantiu que ''vai apresentar a prova daquilo que foi por ele noticiado em juízo e vai trazer para o contraditório as provas''. Ele afirmou ainda que seu cliente sempre manteve a arma na Cipasa.





