Há um ano, as misteriosas saídas de fim de semana e a frieza inesperada do namorado fizeram a escriturária Suzane (nome fictício), de 25 anos, desconfiar de que não era mais a única mulher na vida dele. Mesmo receosa de início, ela resolveu contratar os serviços de um detetive particular para descobrir o motivo da mudança que, segundo ela, foi bastante repentina. ''Fazíamos planos até de nos casar, pois o namoro já durava mais de três anos'', conta.
Quatro dias de investigações depois e com R$ 1,8 mil a menos no bolso, uma sequência de fotos foi a prova de que precisava para romper o relacionamento sem necessitar de explicações falsas da parte do rapaz. ''Nem levei as fotos embora, pois fiquei arrasada. Ninguém espera passar por esse tipo de situação'', desabafa. As sequelas, contudo, viriam nos meses seguintes, passados à base de antidepressivos e terapia. E deu certo? ''Sim. A gente tem que acreditar que não são todos os homens que não prestam, senão, fica sozinha.'' (J.G.)

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