Lúcio de Souza Pavan tinha 19 anos e era natural de Londrina, onde nasceu no dia 1º de junho de 1979. Considerado dinâmico, inteligente e estudioso, Lúcio passou em vários vestibulares para o curso de Direito, inclusive no da Universidade Estadual de Londrina (UEL).
Entretanto, fez opção pelo curso da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC/SP), onde o irmão Nilton de Souza Pavan, de 20 anos, também foi aprovado no vestibular do ano passado.
Na próxima semana, os irmãos pretendiam embarcar para os Estados Unidos, onde permaneceriam aproximadamente dois meses. Iriam fazer um curso de reciclagem em inglês, com ênfase para a área de negócios. No retorno, deveriam iniciar estágio em um grande escritório de advocacia que presta serviços de assessoria empresarial na capital paulista.
Lúcio era considerado um jovem padrão da geração dos anos 90. ‘‘Era extrovertido, alegre e comunicativo, educado e afetuoso’’, segundo os amigos. Era muito bem relacionado e tinha facilidade para fazer amizade. Dava muita importância para os estudos e para a saúde. Matriculado no segundo ano do curso de Direito da PUC/SP, o sonho era ser advogado, como o pai, Rubens Pavan.

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