Curitiba Maurício Lima Pereira, o Feijão, de 18 anos, apresentou-se ontem na Delegacia de Homicídios de Curitiba. Ele confessou ter atirado no decorador Lúcio Gabriel Miranda Silva no dia 18 de dezembro, no bairro Campo Comprido.
O crime ocorreu após uma amiga de Feijão, Alessandra Ribas Diniz, atropelar a filha de Lúcio, que sofreu ferimentos leves. Enquanto Alessandra dava ré para fugir do local do crime, o decorador segurou na janela da motorista tentando impedir a fuga. Feijão, que estava no banco do passageiro, relatou à polícia que deu um tiro no peito do decorador com uma arma calibre .357, de uso restrito do Exército e da Polícia Federal.
Em depoimento à delegada Selma Braga, Feijão alegou legítima defesa, dizendo que achou que Lúcio iria agredi-los. Ele afirmou que a arma pertencia a um irmão que havia sido morto em agosto. Por não ter antecedentes criminais, Feijão irá aguardar a conclusão do inquérito em liberdade. Além do crime de homicídio, ele pode ser indicado também por porte ilegal de arma.

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