Morreu na noite de quarta-feira, aos 64 anos, o jornalista Dino Almeida. Ele estava internado no Hospital Santa Cruz e foi vítima de complicações causadas pelo câncer generalizado. O corpo foi velado na Câmara Municipal de Curitiba e o enterro aconteceu, às 16 horas, no Cemitério Municipal.
Dino Almeida dedicou boa parte de sua vida ao colunismo social. Advogado e relações públicas, tinha completado, ano passado, 45 anos de jornalismo. Foi vereador de Curitiba, entre 1997 e 2000.
Dino José Bronze de Almeida nasceu em São Francisco do Sul, Santa Catarina, e se considerava ‘‘curitibano de coração’’. Iniciou sua vida profissional em 1955, nos jornais A Tarde, O Dia e Diário do Paraná. Atuou, também, em programas de rádio e televisão. Dino escreveu 12 livros e realizou vários campanhas filantrópicas.
Também ficou conhecido no Paraná pela coluna que escrevia na Gazeta do Povo, onde trabalhou por 36 anos. Ele ainda era promovia eventos como o Glamour Girl (ano passado na sua 36ª edição) e Garota Caiobá, que por mais de 30 anos destacaram a beleza da mulher paranaense.
O jornalista escreveu 12 livros, entre eles, ‘‘Sociedade Curitibana’’, ‘‘Bandeirantes do Progresso’’, em três volumes, ‘‘Sociedade Paranaense’’ e ‘‘Mil Pensamentos Preferidos’’. Grande incentivador das artes, colecionava, entre outras coisas, esculturas, tendo sido presidente da Associação dos Amigos do Museu.
Dino Almeida foi casado durante 34 anos com a jornalista Nadyegge Almeida, com quem teve quatro filhos: Ana Dalgiza, Neivon de Tarso, Nadyesda e Dino Júnior. Nos últimos anos vivia com Stella Winnikes. Dino deixa, também, oito netos.

mockup