Muitos fãs da primeira geração do videogame continuam aficcionados pelos jogos eletrônicos. Hoje adultos, estes jogadores já não precisam mais arrumar desculpas para os pais para se deleitar nas eternas disputas. A rápida evolução dos jogos foi acompanhada de perto por estes profissionais que, na adolescência, fizeram parte da chamada Geração Atari. A garotada que passava horas em partidas de Pac Man e River Raid não perdeu o fascínio pela diversão eletrônica porque os jogos também mudaram. Atualmente são mais elaborados e permitem, por exemplo, que milhares de competidores disputem partidas conectados à internet.
  O mestre em dentística Tiago Veras Fernandes, 27 anos, conta que os eletrônicos sempre fizeram parte de sua vida. Ele estima que começou a jogar com ‘‘3 ou 4 anos’’ e que passou por várias etapas evolutivas dos games: Atari, Master System, Mega Drive, Super Nintendo, até chegar nos jogos pela internet. O primeiro, revela, foi um equipamento chamado Tele Jogo, que contava apenas com quatro jogos diferentes.
  Tiago não acredita que a diversão seja anti-social, desde que os exageros sejam evitados. Ele também argumenta que os campeonatos normalmente reúnem mais de dez pessoas. Além disso, os adeptos dos videogames e jogos no computador dizem que a prática estimula o desenvolvimento do raciocínio lógico e a coordenação motora.


Um exemplo de sucesso é o PlayStation, da Sony. Desde o seu lançamento em 1994 até 2006 vendeu mais de 100 milhões de unidades

Capacidade de coordenar movimentos decorrentes da integração entre o comando central (cérebro) e as unidades motoras dos músculos e articulações

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