Marcos NegriniNova rodoviária: problemas na ventilação e dimensionamentoA Secretaria de Desenvolvimento Urbano (Sedur) e o Instituto de Pesquisa e Planejamento de Maringá (Ipplan) estão fazendo modificações no projeto original da nova rodoviária da cidade. As mudanças são ‘‘radicais e leves’’, segundo a arquiteta Karen Schwabe Meneguetti.
A prefeitura está enfrentando dificuldades técnicas e financeiras para concluir o prédio. O projeto original, de autoria do ex-titular da Sedur, Claudinei Vecchi, apresentou problemas de ventilação.
As paredes laterais são de vidro e sem janelas. Karin e o titular da Sedur, Carlos Schwabe, decidiram que serão construídas novas janelas na parte interna do prédio. Outra modificação que já está sendo posta em prática é o aumento do número de vagas no estacionamento rápido de automóveis, de 15 para 48 vagas. O número de portões de embarque e desembarque também será ampliado.
O sistema viário que dá acesso à rodoviária também está sendo alterado. Pelo projeto original, o acesso ao prédio teria de ser feito pela Avenida Tuiuti, uma das mais movimentadas da cidade e que dá acesso aos bairros do setor norte da cidade. Agora, o acesso será feito pela Avenida Centenário, perpendicular à Tuiuti.
A obra terá custo total de R$ 5,5 milhões. Deste valor, R$ 4,5 são financiados pelo programa Paraná Urbano, do governo do Estado. O restante (R$ 1 milhão) é de responsabilidade da prefeitura, para obras da parte externa da rodoviária, como estacionamentos, parque, calçadas, jardins e acabamento final.
Schwabe admitiu que as obras da parte externa serão feitas em ritmo mais lento, devido à falta de recursos da prefeitura. Em junho passado, a inadimplência dos contribuintes junto à prefeitura atingiu R$ 900 mil.

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