Os três investigadores do Tático Integrado de Grupos de Repressão Especial (Tigre), que estavam presos na sede do Grupo do Operações Especiais (GOE) da Polícia Civil do Rio Grande do Sul, desembarcara na madrugada desta sexta-feira (30) em Curitiba. Os policiais, que se envolveram em um confronto que resultou na morte de um brigadiano militar gaúcho, permanecem custodiados temporariamente, à disposição da Justiça, em um local determinado da Polícia Civil do Paraná.

O Departamento da Polícia Civil ressalta que os investigadores permanecem em um ambiente seguro de uma unidade policial, com restrição de livre circulação e desprovidos de aparelhos de comunicação de qualquer espécie.

O retorno dos investigadores do tático ao Paraná atende a uma solicitação do secretário da Segurança Pública, Reinaldo de Almeida Cesar, que, através de ofício enviado na última terça-feira (27), assumiu a responsabilidade sobe a custódia dos policiais, além de garantir os recursos para levar os policiais para a capital gaúcha sempre que a Justiça solicitar. Assim que recebeu a informação do deferimento do pedido, a Secretaria de Estado da Segurança providenciou um avião do governo estadual para fazer imediatamente o traslado dos investigadores.

Caso


Na última semana, os policiais entraram em confronto com um policial da Brigada Militar do Rio Grande do Sul, quando buscavam informações sobre o paradeiro de dois empresários paranaenses, sequestrados na região de Porto Alegre. O episódio terminou com a morte do brigadiano – fato lamentado profundamente pela Polícia Civil do Paraná.

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