Investimento traz compensações
Priscila Bassan, 25 anos, trabalhou como camareira de um hotel no Colorado (EUA), entre dezembro/2003 e abril/2004. Na época, ela estava cursando pós-graduação em Agronegócio na Universidade Norte do Paraná (Unopar). Com o dinheiro que guardou, ela passou uma semana em Nova Iorque, na casa de um parente. ''Ir legalizado é mais seguro. Não arriscaria entrar como ilegal até porque, fatalmente, ficaria marcada'', disse a bacharel em Turismo e Hotelaria que hoje coordena o programa de trabalho e estágios na CI de Londrina.
A estudante de Medicina Ângela Matsubara, 19 anos, era uma das candidatas que, ontem, participou da seleção. A vontade de conhecer outro País e melhorar seu inglês foram os motivos que a impulsionaram. Os pais estão um pouco receosos, mas apóiam a decisão da filha que estudou inglês durante oito anos. Para sentir-se mais à vontade, ela convidou dois amigos a concorrer às vagas. Embora nunca tenha trabalhado, Ângela prefere tarefas internas como garçonete ou arrumadeira. ''Um amigo, que já participou do Programa, disse que o frio é demais nessa época e que é preferível comprar roupas lá do que no Brasil'', comenta a universitária.
Os interessados no Programa ainda têm chance com vagas avulsas que costumam aparecer em setembro e até outubro. Mais informações podem ser obtidas na Central de Intercâmbio pelo telefone: (43) 3321-0203 ou pela internet no site: www.ci.com.br.(BR)





