Pelo projeto original, o Residencial Flores do Campo teria 1.218 unidades. No bairro seriam construídas salão de festas, duas quadras poliesportivas, academias ao ar livre e playground.
Em vez disso é possível ver que toda a tubulação das galerias pluviais, de esgoto e dos encanamentos de água potável permanece no canteiro de obras sem serem instalados. Não há energia elétrica e não há pavimentação asfáltica e calçadas.
O empreendimento faz parte do Programa Minha Casa, Minha Vida, voltado para famílias com renda entre zero e três salários mínimos e estava previsto para ser entregue em janeiro de 2015. O valor global do empreendimento foi orçado inicialmente em R$ 83 milhões, e previa a construção de unidades de 39 a 41 metros quadrados.
Segundo nota encaminhada pela assessoria da Caixa Econômica Federal, o objetivo da ação de reintegração de posse é garantir o direito das famílias selecionadas pelo poder público, de acordo com as regras do programa MCMV. (V.O.)

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