Investigador é morto com tiro dentro da delegacia
PUBLICAÇÃO
quinta-feira, 02 de janeiro de 2003
Érika Pelegrino<br> Reportagem Local 
Gaspar de Melo Barbato matou com um tiro na cabeça o investigador de polícia Adilson Frank Néia, dentro da delegacia de Ribeirão Claro (24 km a leste de Jacarezinho), na madrugada de ontem.
Segundo informações das polícias Militar e Civil de Jacarezinho, às 2 horas a PM foi chamada para atender uma ocorrência de lesão corporal em um clube de Ribeirão Claro, onde acontecia um baile.
Barbato agrediu uma moça e foi levado à Delegacia Civil, onde foi recebido pelo investigador Néia. Na delegacia, Barbato pediu para ser liberado para resolver um problema particular em casa. Às 5 horas, ele voltou com um revólver e disparou um tiro na cabeça de Néia.
Depois do crime, Barbato fugiu para o Estado de São Paulo, escapou de dois cercos policiais e caiu com seu veículo no rio da cidade de Itaí (interior de São Paulo) e morreu afogado. No final da tarde de ontem, Barbato estava sendo velado na cidade de Avaré (interior de São Paulo) e o investigador Néia, em Ribeirão Claro.
O ano também começou com um homicídio em Nova Fátima (31 km ao sul de Cornélio Procópio). Às 3 horas da madrugada, em frente ao Clube dos 50, onde acontecia um baile de fim de ano, João Carlos Domingues esfaqueou e matou Rogério Ribeiro de Castro, 27 anos. Ele foi preso em flagrante.
No dia 31 de dezemebro, às 20 horas, no conjunto Mutirão, em Jaguapitã (46 km ao norte de Londrina), Samuel Cavalcante, 21 anos, matou Charles Cristian Elias com um punhal, após uma briga num bar. Cavalcante estava foragido até ontem à tarde.


