A Secretaria Estadual da Saúde fez ontem a interdição cautelar do anticoncepcional Triquilar, produzido pela laboratório Schering do Brasil. O motivo é a falta de uma das 21 drágeas que devem compor a cartela do medicamento. Eles pertencem aos lotes 332, 336 e 337. Além da quantidade errada, no remédio do lote 332 também foi constatado que o número que consta na cartela não é o mesmo da caixa (lote 337).
As irregularidades foram verificadas em duas caixas do produto, que estavam sendo distribuídas por um posto de saúde de Bocaiúva do Sul, na Região Metropolitana de Curitiba. A denúncia foi feita pelo desempregado Cláudio Guth de Freitas, que retirou o medicamento para sua mulher, no dia 17 deste mês. Em casa, eles perceberam a falta de uma drágea e retornaram para trocar de caixa. A nova caixa apresentou o mesmo problema.
Com a medida tomada pela Sesa, todos os anticoncepcionais da marca Triquilar dos lotes 332, 336 e 337 ficarão com a venda proibida também nas farmácias. A secretaria está solicitando esclarecimentos ao laboratório. Além do Triquilar, a Vigilância Sanitária também está interditando cautelarmente os anticoncepcionais Diane 35 (lote 342), Microvlar (lote 253) e Gynera (lote 390).

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