Mario CesarNervosaA soldado Celina de Oliva: ‘‘Tirei 6,8 mas poderia ter sido melhor’’O soldado Valcir Aparecido dos Santos, 30 anos, está na Polícia Militar há 11 anos, sendo seis no Serviço Reservado. Ele revela que o pai também trabalhou na PM e desde pequeno queria seguir esta profissão. ‘‘Gosto de combater a criminalidade’’, afirma.
Na primeira avaliação da Instrução Programada de Manutenção, o soldado Valcir conseguiu a nota 8,2, que ele acredita ser boa. Ele considera válido este tipo de reciclagem. ‘‘Lendo o manual, deu para relembrar algumas coisas’’, resume.
Quem também acha importante a reciclagem é o soldado Marcos Antonio dos Santos, 31 anos, que trabalha no plantão de acidentes de Cambé (13 quilômetros de Londrina). Ele observa que os policiais, muitas vezes, trabalham e se especializam em determinado setor. ‘‘Com a reciclagem, temos a oportunidade de relembrar informações de outros setores’’, afirma.
A exemplo dos outros entrevistados, o soldado Marcos diz não ver nenhuma desvantagem na profissão, nem o perigo. ‘‘Em qualquer local de trabalho existem riscos’’, justifica.
A soldado Celina Mariana Felix de Oliva, 33 anos, diz ter ficado bastante nervosa na hora de fazer o teste. ‘‘Estudei, mas fiquei nervosa. Tirei 6,8, que é razoável, mas poderia ter sido melhor’’, afirma. ‘‘Nos próximos testes, vai dar para melhorar’’, garante.
Trabalhando há 14 anos na PM, soldado Celina diz gostar muito do policiamento de rua. Atualmente, ela trabalha na recepção do 5º Batalhão da Polícia Militar (BPM).
Atuando no Grupo de Operações Especiais da PM, Samir Pereira, 28 anos, se formou soldado há apenas um ano. Antes ele trabalhava como operador de som, mas revela que sempre quis entrar para a PM. ‘‘Gosto da disciplina e organização da Polícia. E aqui temos chance de ascensão. Quero fazer carreira na PM’’, afirma. Na primeira avaliação, ele tirou 8,9.

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