As visitas espontâneas e esporádicas da comunidade são importantes também para as crianças que moram em casas-lares. Mas, em vez de levar atrações para dentro das instituições, a psicóloga do Instituto de Ação Social do Paraná, Cleusa Roderjan Benatto, sugere que as pessoas ofereçam atividades fora do ambiente cotidiano.
‘‘É preciso estar perto da realidade. A instituição não pode ser um reduto, tem que estimular as crianças de todas as formas, assim como fazemos com nossos filhos’’, diz Cleusa.
A Acridas recebe visitantes, mas não em grande número. Duas vezes por ano, há festas especiais para as crianças. Para conhecer o trabalho da associação, as pessoas podem marcar horário pelo telefone 256-9896.
O Lar das Meninas está aberto à comunidade todos os dias, a qualquer hora. ‘‘As visitas ajudam as crianças porque sempre levam uma mensagem e uma palavra de carinho para elas’’, diz o diretor presidente do Iasp, Alouisio Pacheco.
Doações - A comunidade também pode ajudar as instituições fazendo qualquer tipo de doação. O Lar das Meninas recebe verba do governo para cobrir seus gastos, mas diz que alimentos, brinquedos e roupas são sempre bem-vindos. O telefone para contato é 266-9059.
A Acridas tem ajuda do governo, mas também recebe doações de amigos e de uma missão da Igreja na Alemanha. Para complementar a renda, a Acridas faz um bazar de roupas usadas importadas, de segunda a sexta, das 14 às 17 horas, e aceita encomendas de bolachas, móveis e costuras.Albari RosaDudu (em primeiro plano), filho social de Luciane, 23 anos, e Valmir Uller, 28 anos, tem a oportunidade de conhecer uma vida em família, em que o carinho, a educação e a disciplina são os mesmosVisitas e doações
são estimuladas,
mas atividades fora
do ambiente também

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