Londrina - A Universidade Estadual de Londrina está posicionada como a melhor instituição de Ensino Superior do Paraná e como a 25ª melhor do País pelo Índice Geral de Cursos (IGC) de 2012, divulgado no final de 2013. O indicador é medido pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), do Ministério da Educação (MEC).
O índice avalia 192 universidades públicas e privadas utilizando o Conceito Preliminar de Curso (CPC), o Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes (Enade) e informações do corpo docente, da infraestrutura e do programa pedagógico. A UEL teve IGC Contínuo de 3,56 e conceito final 4. Em seguida aparecem a Universidade Estadual de Maringá (UEM), com 3,53 e conceito 4; e a Universidade Federal do Paraná (UFPR), com 3,48 e conceito 4.
Na avaliação do Enade 2012, divulgado em dezembro de 2013, dos 9 cursos de graduação avaliados, sete alcançaram os conceitos 4 e 5. "Os resultados positivos são decorrência de intenso trabalho realizado por muitas mãos", ressalta o pró-reitor de Graduação da UEL, Ludoviko Carnasciali dos Santos.
Dos cursos de pós-graduação Stricto sensu da UEL, dois obtiveram nota 6 pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), cuja classificação vai de 1 a 7 – os programas de Ciência Animal e de Ensino de Ciências e Educação Matemática. Em todo o País, apenas 8% de 3.337 programas de pós-graduação avaliados pela Capes conquistaram esta nota. Para Mário Sérgio Mantovani, pró-reitor de Pesquisa e Pós-graduação da UEL, esta conquista reflete a "inserção da universidade no cenário científico nacional e internacional".
Outros seis cursos obtiveram nota 5, 18 cursos nota 4. "No país 8% dos cursos tiveram suas notas reduzidas, 23% aumentaram a suas notas e 69% mantiveram. A UEL segue a média nacional e se destaca por não ter nenhum curso com nota reduzida e ter 10 cursos que evoluíram, tendo agora dois cursos nota 6", relata Mantovani.
"A UEL consegue essas notas em um momento importante de posicionamento das Instituições de Ensino Superior em decorrência das demandas de internacionalização e qualificação de excelência das universidades brasileiras", comenta o pró-reitor. Os programas de pós-graduação da universidade também são reconhecidos lá fora, e hoje atendem 10 alunos da América Latina, África, Oriente Médio e Ásia.

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