A agricultura sempre foi muito forte no município, principalmente as culturas de café e algodão. Mas a geada ‘‘negra’’ de 1975, que acabou com o café, e o fim da cultura do algodão nos anos 80, em consequência da falta de política agrícola e da infestação do bicudo, agravaram o problema do êxodo rurual.
As áreas de pastagens ganharam espaço no campo. Mesmo assim, o prefeito Luiz Sato acredita que a produção agrícola voltará a crescer, principalmente com a implantação de 50 granjas avícolas até o final do ano. ‘‘Estaremos criando empregos, fixando o trabalhador rural no campo. Para o próximo ano há previsão de duplicar o número de granjas’’, anuncia. Dentro da política agrícola do município, também está sendo incentivada a retomada da produção de algodão e de café adensado.
Com as granjas, o município deverá atrair indústrias de adubo orgânico, que poderiam processar as camas de frango - esterco com casca de arroz. Sato só não tem a fórmula para incentivar a retomada da produção das olarias. ‘‘As empresas fecharam por falta de matéria-prima. As que restaram buscam argila em Sapopema, o que onera o preço final do produto. Algumas se transferiram para lᒒ.

mockup