Insegurança no Cefet gera protestos
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segunda-feira, 02 de maio de 2005
Andréa Lombardo<br> Equipe da Folha 
Curitiba - A falta de segurança nas proximidades do Centro Federal de Educação Tecnológica do Paraná (Cefet-PR) motivou a associação de servidores da instituição a promover uma manifestação para chamar a atenção das autoridades para o problema. A morte do professor de educação física e presidente da entidade, Mauro Rodinski, 61 anos, assassinado com um tiro no peito, na noite da última sexta-feira, em uma possível tentativa de assalto, foi o estopim da revolta. O protesto está programado para o dia 14, cinco dias depois do retorno do recesso do Cefet-PR.
''A intenção desse manifesto é mostrar nossa indignação e cobrar dos governos maior segurança'', disse o vice-presidente da Associação dos Servidores do Cefet-PR, Rodrigo Destefani. Segundo ele, já são inúmeros os casos de alunos, professores e funcionários que foram vítimas de assalto na região. A expectativa, destacou o professor, é de que haja policiamento ostensivo e contínuo.
A Associação dos Servidores do Cefet-PR pretende mobilizar alunos e professores de uma outra escola das proximidades, comerciantes e funcionários do Shopping Estação e os próprios moradores da região para engrossarem o manifesto.
O delegado responsável pelas investigações da morte de Rodinski, Luiz Alberto Cartaxo, preferiu manter sigilo nas informações sobre o caso.


