Inquéritos apuram casos criminosos
Inquéritos
apuram casos
criminosos
A delegada do 2º Distrito Policial de Londrina, Waldete Testoni, instaurou inquérito para apurar as causas do incêndio ocorrido no dia 14 de julho deste ano no Jardim Santa Fé, zona leste, e que provocou a morte de Guilherme Henrique Silva Faria Alves, de dois anos.
Inicialmente havia a suspeita de que a tragédia teria sido provocada por uma vela acesa, mas o Instituto de Criminalística (IC) constatou que foi criminoso. Segundo o chefe do setor de engenharia legal do IC, Luciano Bucharles, havia indícios de álcool em todo o piso do barraco.
A mãe do menor, Andréia de Paula Silva, alegou que havia deixado o menor sozinho em casa para procurar o ex-marido, levando a filha de sete meses. A casa não tinha luz elétrica ou água encanada.
A escrivã do 2º DP, Mavilde Aparecida Pereira Correia, afirma que não está conseguindo localizar Cristiano Alves e de sua ex-esposa, Andréia Silva, para intimá-los a prestar depoimento.
Segundo a escrivã, com a notícia de que o incêndio que matou Guilherme foi criminoso, Andréia Silva passou a ser ameaçada de morte e sumiu do bairro com medo de ser linchada.
Em 19 de outubro do ano passado em Heimtal, menina Ketlyn Amanda dos Santos, de quatro anos morreu carbonizada. Segundo o IC, o incendiário teria provocado a tragédia usando tíner. O ex-delegado do 5º DP Edson Casagrande ouviu um suspeito que foi reconhecido pelo irmão de Ketlyn, Maicon, de cinco anos. O menor escapou do incêndio ao sair correndo de casa e teria avistado o suspeito. O atual delegado do 5º DP, Jorge Barbosa, disse que aguarda o inquérito voltar do Fórum para reiniciar as investigações. (L.R)





