Informe Londrina (Inclui Cambé e Ibiporã)
Lixão incomoda moradores da Casoni
Paulo WolfgangOs moradores da Vila Casoni (área central de Londrina) estão sendo obrigados a conviver com um lixão que surgiu na continuação da Rua Sampaio Vidal, bem ao lado do centro comunitário do bairro. O lugar usado como despejo por moradores do bairro e de outros locais da cidade fica em um trecho da via que não é asfaltado. A presidente da Associação de Moradores da Vila Casoni, Benedita Gonçalves, conta que o problema é constantemente informado à prefeitura que envia funcionários para fazer a limpeza. Mas depois da limpeza feita, as pessoas voltam a jogar lixo no local, reclama. Ela conta que aparecem caminhonetes, carroças e caminhões desconhecidos jogando todo o tipo de coisa: móveis, entulho, pneus, lixo doméstico. É falta de educação, opina. Na opinião de Benedita Gonçalves, o problema só será resolvido quando a prefeitura asfaltar aquele trecho da rua. O secretário de Obras do município, José Righi, vai analisar qual a situação do prolongamento da via para depois emitir um parecer.
Comunidade pede sinalização
Paulo WolfgangA presidente da Associação de Moradores da Vila Casoni, Benedita Gonçalves, comenta que o despejo de lixo não é o único problema da comunidade. Ela conta que os moradores reivindicam também que a prefeitura faça com urgência a sinalização da esquina das ruas Guaranis com Caraíbas. Segundo Benedita, o local é perigoso e os acidentes são frequentes no cruzamento. A assessoria de imprensa do Instituto de Pesquisa e Planejamento Urbano de Londrina (Ippul), diz que os funcionários estão fazendo levantamento dos problemas e que dentro de um mês e meio começa o projeto para reestruturar a sinalização de todo o bairro.
Bairro quer módulo reativado
Paulo WolfgangOutra reivindicação da Vila Casoni é que o módulo da polícia militar instalado na Rua Jorge Casoni e desativado há alguns meses volte a funcionar. Benedita Gonçalves (foto) lembra que o módulo já foi reformado com recursos dos moradores do bairro e constantemente a associação de moradores faz alguns consertos como instalação de torneiras, pintura, entre outras coisas. Queremos que PM coloque policiais lá e reative o módulo, afirma a presidente da associação. Ela lembra que são constantes os assaltos a estabelecimentos comerciais localizados perto do módulo desativado. A Folha entrou em contato com o comando do 5º Batalhão da Polícia Militar para saber sobre o futuro do módulo da PM, mas não obteve retorno.
Quem trata do Hospital Londrina?
Quando chegou anteontem a Londrina para lançar oficialmente o projeto Saúde bucal não tem idade, inicialmente o secretário estadual de Saúde, Armando Raggio, ignorou o tema Hospital Londrina, ironizando perguntas feitas sobre o assunto. Depois, disse que o caso estava sendo tratado pelo diretor-geral da Secretaria de Saúde, Arnaldo Bertone. Mas o diretor Bertone esteve na cidade no dia 30 de julho, representando Raggio em uma reunião para discutir a reabertura do Hospital Londrina em que nenhuma solução foi apresentada. Por enquanto, uma comissão formada por representantes da comunidade, da 17ª Regional de Saúde, da Secretaria Municipal de Saúde de Cambé, entre outros, estuda a necessidade da criação de leitos na região e o custo de reabertura do Hospital Londrina. A próxima reunião desta comissão está marcada para sábado pela manhã, na Câmara de Vereadores de Londrina.
Espírito Santo deve ter onda verde
A Rua Espírito Santo, no trecho entre as avenidas Rio de Janeiro e Higienópolis (centro de Londrina) deve se tornar um novo corredor de onda verde. É que o Instituto de Pesquisa e Planejamento Urbano de Londrina (Ippul) vai instalar, na próxima terça-feira, um semáforo no cruzamento da Espírito Santo com Rua Prefeito Hugo Cabral. Como nos cruzamentos anterior e posterior há o equipamento, os técnicos do Ippul acreditam que o trânsito ali vai fluir melhor, além de dar mais segurança a motoristas e pedestres. A instalação do equipamento se deve ao resultado de nova contagem de tráfego realizada na semana passada. Após a implantação dos semáforos nos cruzamentos da Rua Espírito Santo com as Ruas Professor João Cândido e Pernambuco, constatou-se aumento de volume de veículos na Espírito Santo, com fluxo superior ao da Hugo Cabral até então, via preferencial.





