Índio pode ser culpado de acidente
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sexta-feira, 05 de março de 2004
Mariana Guerin<br>Reportagem Local 
O laudo elaborado por uma comissão do Departamento de Estradas e Rodagem (DER) apontou que o motorista do caminhão da Reserva Indígena do Apucaraninha, Márcio Batista Pirae, 46 anos, pode ter sido responsável pelo acidente que matou quatro pessoas todos índios da reserva, localizada em Tamarana (62 km a sul de Londrina) , no dia 21 de fevereiro. O caminhão colidiu com um ônibus de turismo e matou no local, além de Pirae, sua esposa Cleonice da Silva Lourenço, 25, e os filhos Lucas, 11, e Cleiton, 5. Um terceiro filho, Felipe, 4 anos, ficou gravemente ferido e ainda está internado no Hospital Infantil de Londrina.
Segundo o comandante da 2 Companhia da Polícia Rodoviária, capitão Sergio Dalben, que divulgou o laudo ontem, a comissão apurou que Pirae dirigia com a Carteira Nacional de Habilitação vencida há mais de 30 dias; teria avançado um sinal de parada obrigatória, e veículo estava com licenciamento atrasado. De acordo com o capitão, o inquérito policial deverá ser conduzido pela Delegacia de Trânsito de Londrina. Os passageiros do ônibus nada sofreram.


