Um exemplo das possibilidades abertas pelo Parque Tecnológico do Oeste está sendo dado com a implantação de uma incubadora que desenvolverá tecnologia para a produção de sucos, com grande durabilidade em prateleiras de supermercados.
Os equipamentos já estão sendo instalados, em projeto sob a responsabilidade do bioquímico Mauro Alvarez, que atuou na pesquisa da ‘‘stevia’’ em Maringá. Em seis meses estarão sendo produzidos sucos de acerola, abacaxi, pêssego, maracujá e laranja, com durabilidade de sete meses. Na incubadora, a capacidade inicial será de 800 litros por dia.
Depois, quando a indústria estiver em condição de se ‘‘emancipar’’, saindo da incubadora para um local próprio, deverá chegar a 30 mil litros diários. O presidente da Fundetec, Mário Bracht, observa que a estrutura do parque ‘‘tem exatamente esta finalidade’’, que é de permitir o desenvolvimento de pesquisas e a produção com base tecnológica, com pleno apoio do poder público para que as indústrias possam se consolidar. Em torno do complexo há cerca de 240 hectares de área disponível, onde as unidades produtivas podem se instalar.

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