Incidente gera troca de acusações com empresário
O desaparecimento do corpo de Paulo Fernandes da Silva levou o diretor geral do Instituto Médico-Legal (IML) de Foz do Iguaçu, Joamar Silvestre Giostri, a denunciar a existência de um cartel de funerárias na cidade. Segundo ele, das 13 funerárias autorizadas a prestar serviços para a Central de Serviços Funerários da Prefeitura, 12 são do empresário Edilson Baranoski.
Giostri reclamou do descaso das empresas em relação a higiene e mostrou caixões, luvas usadas na remoção de cadáveres e macas jogadas nos fundos do prédio do IML. Por sua vez, Baranoski culpou o IML pelo erro e disse que isso ocorreu por falta de identificação dos corpos no órgão. O empresário disse que funcionários e o diretor do IML cobram taxas irregulares por serviços prestados as funerárias. Eles cobram até R$ 1 mil para embalsamar um corpo, enquanto que a tabela legal é de R$ 160, diz.





