A Prefeitura de Maringá definiu para 20 de fevereiro a inauguração da nova rodoviária da cidade, segundo o secretário de Desenvolvimento Urbano e Habitação, Carlos Schwabe. Mas os donos dos 15 boxes comerciais e as 16 empresas de ônibus não estarão prontos para começar a operar no prazo previsto.
Paulo Alessandro dos Santos, proprietário de um futuro box de revistas, coordenou reunião na manhã de ontem para decidir o que os proprietários das lojas irão fazer caso as empresas de transporte rodoviário não comecem a operar também no dia 20. ‘‘Deram para nós prazo até o dia 20 para aprontar as lojas. Estamos trabalhando para isso. Mas as empresas de ônibus nos garantiram que somente lá por abril é que seus guichês estarão prontos. Se os ônibus não estiveram lá, as lojas vão vender para quem?’’, questiona. Os boxes têm em média 18 metros quadrados e custaram a cada lojista R$ 20 mil, fora a taxa de condomónio, que ainda não foi fixada.
As empresas de ônibus garantem que somente terão condições de funcionar a partir de abril, quando os guichês ficarão prontos. O gerente da filial da Viação Garcia, Massao Wilson Carlos Horita, explicou que as 16 empresas formaram um consórcio e contrataram empreiteira para construir os boxes. ‘‘A empreiteira começou a trabalhar há uma semana. Ainda deve estar comprando o material de construção. Precisamos de pelo menos 60 dias’’, disse. Cada empresa de ônibus gastou R$ 14 mil para ter um guichê de 15 metros quadrados na nova rodoviária.

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