Importado é difícil de roubar
Importado é difícil de roubar
Em Curitiba, são feitas mais de 600 queixas de furto ou roubo de veículos por mês. Não há uma estimativa oficial de quanto desses boletins de ocorrência podem ser golpes contra o seguro, mas sabe-se que a porcentagem e alta. A Delegacia de Estelionatos investiga os casos de golpes de seguro em geral. Segundo o delegado chefe da estelionatos, Luis Gilmar da Silva, o maior número de inquéritos sobre golpe do seguro é em veículos.
Existem detalhes que denunciam o golpe. Por exemplo, notícias de furto de carro importado é recebida com desconfiança. Nesses veículos os sistemas de segurança dificultam muito o furto. Quase sempre os fraudadores não têm passagens criminais. São pessoas idôneas que muitas vezes estão desesperadas por dívidas e acabam cometendo esse erro.
Outro golpe comum é contra o seguro obrigatório de veículos (DPVAT), pago a vítimas de acidentes de trânsito. Há quadrilhas especializadas em falsificar documentos de pessoas que teriam morrido em acidentes de trânsito. Prendemos recentemente um fraudador que tinha recebido dezenas de seguros obrigatórios de pessoas que ele mal conhecia e tinham morrido por causas naturais, conta Luis Gilmar. O estelionatário oferecia uma cesta básica para a família do falecido em troca de cópia da certidão de óbito.





