Segundo Carlos Yamamura, superintendente do Departamento de Estradas de Rodagem, os trechos da BR-369 apontados na reportagem estão sob concessão da Econorte, com fiscalização do DER. Ele explicou que se existir um pleito da população para uma nova passarela pode ser feito um estudo para a implantação. No entanto, como pelo contrato de concessão não existe previsão de implantação de novas passarelas, essa obra teria um impacto na tarifa do pedágio.
''O modelo de concessão adotado aqui não permite investimento por parte do governo em trechos concessionados, diferente do trecho Curitiba-Florianópolis, que prevê que mesmo em trecho sob concessão exista a possibilidade de investimento por parte do governo'', explicou o superintendente do DER.
Aos moradores do Conjunto Jamile Dequech ele aconselhou que utilizem o viaduto da PR-445 para realizar a travessia para o Jardim União da Vitória. Sobre o trecho próximo ao Jardim Sabará, ele informou que as obras de duplicação na PR-445 preveem a construção de cinco passarelas, próximas ao Posto de Combustíveis Catarina (km 81,29), à Gráfica Ipê (km 79,61), da Igreja Internacional Graça de Deus (km 78,49), ao Hotel Londristar (km 74,83) e às faculdades Pitágoras e Unopar (km 72,38). Ele explicou durante a realização das obras haverá alteração e os motoristas terão de buscar outras rotas para ir a Curitiba. O prazo para o término da obra é de 540 dias.
Já a Avenida Ludwig Ernest está sob responsabilidade do município. A assessoria da Companhia Municipal de Trânsito e Urbanização (CMTU) afirmou que a implantação de equipamentos de trânsito, como semáforos, deve partir de um do Instituto de Pesquisa e Planejamento Urbano de Londrina (Ippul). O diretor do Ippul, Hirak Ohara, disse que desconhecia o problema e que iria ao local para avaliar a possibilidade de implantação de algum equipamento que permita a travessia segura. (V.O.)

mockup