Imóvel da UEL vira garantia de crédito
O reitor da Universidade Estadual de Londrina (UEL), Jackson Proença Testa, viaja na próxima semana ao Rio de Janeiro, para tentar junto ao Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) a liberação de empréstimo de R$ 18 milhões.
O empréstimo vai financiar um projeto de melhoria da qualidade de ensino. Os aspectos acadêmicos do projeto já foram aprovados pelo Ministério da Educação. Agora, resta a aprovação do financiamento pelo BNDES. Vamos ao Rio enfatizar a importância e o alcance social do projeto, destaca Testa. Estamos confiantes de que também os aspectos financeiros do projeto serão aprovados e os recursos liberados.
Os R$ 18 milhões do financiamento devem ser investidos em obras de construção civil, aquisição de equipamentos, ampliação e modernização de laboratórios, atualização da Biblioteca Central. O projeto amarra os aspectos acadêmicos, como mudança de grades curriculares, à melhoria da infra-estrutura, possibilitando, sobretudo, mais e melhores atividades acadêmicas práticas, explica o reitor.
Ainda segundo Testa, o financiamento dos R$ 18 milhões terá carência de quatro anos e prazo de 25 anos para a amortização. Em garantia, a Universidade Estadual de Londrina apresentou o prédio do Centro de Ciências da Saúde do Centro da Cidade, onde funcionam o curso de Odontologia, a Clínica Odontológica, o Colégio de Aplicação (escola de 2º grau) e o Diretório Central dos Estudantes (DCE).
Essa garantia, entretanto, é optativa. A Universidade pode substituir o bem dado em garantia, ressalva o reitor, acrescentando que além do prédio central do CCS, foi apresentado como garantia alguns imóveis do governo do Estado. A concessão dos prédios estaduais como garantia do empréstimo foi aprovada pela Assembléia Legislativa num pacote no valor de R$ 100 milhões, destinados a financiamentos para todas as instituições de ensino superior do Estado.
O reitor da UEL vai também à Finep (Financiadora de Estudos e Projetos). Vamos requerer a liberação de equipamentos, especialmente para as áreas das ciências biológicas e agrárias, acrescenta Testa. Ele viaja acompanhado do coordenador de Administração e Finanças (CAF), Aristeu de Carvalho, e do professor Jorge Edson, coordenador dos projetos encaminhados à Finep.Arquivo FolhaAtrás de recursosO reitor Jackson Testa: R$ 18 milhões para infra-estruturaÁureo Nogueira





