Os corpos que chegam ao Instituto Médico Legal de Londrina (IML) sem indentificação são guardados para reconhecimento de familiares por 30 dias. ''Após esse período, são feitas fotografias dos cadáveres e colhidos sangue ou pedaços de ossos para exames posteriores de DNA. Depois disso o corpo é enterrado com identidade ignorada ou doado para pesquisas do curso de Medicina da Universidade Estadual de Londrina (UEL)'', explica o plantonista do departamento de Necropsia do IML, Sérgio Adriano Duenhas.
Segundo ele, alguns não há registro oficial da quantidade de corpos que chegam sem identificação no IML: ''A média é de dois a três por mês'', revela Duenhas.
Ele afirma que na grande maioria dos casos os familiares procuram identificar os corpos. Duenhas diz que quando o corpo está em perfeito estado, a identificação é feita por meio de documentos pessoais entregues por familiares. ''Se o corpo já foi enterrado como ignorado ou doado para a UEL, é utilizado o material colhido antes pelo IML e feito um confronto de DNA para comparar o parentesco com algum membro da familia. A análise é feita por um laboratório de Curitiba e o resultado divulgado em 90 dias. Confirmado o parentesco, o atestado de óbito é emitido'', informa. (M.R.)

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