A locomoção dos moradores de oito ilhas e localidades marítimas da baía de Paranaguá ficou mais fácil. Desde o dia 13 de julho, eles estão usufruindo de uma nova opção de transporte, implantada pela Prefeitura de Paranaguá. É uma embarcação que oferece o serviço gratuitamente em quatro dias da semana, para quem precisa ir ao continente ou vice-versa.
O secretário de Meio Ambiente da cidade, Luiz Augusto Sisneiro, diz que o projeto tem o objetivo de propiciar a integração social entre as localidades, favorecendo os moradores das ilhas que precisam ir à cidade para buscar atendimento médico, fazer compras, levar materiais de construção ou outras necessidades. Além disso, ele destaca que a embarcação também serve para levar às ilhas profissionais importantes para a comunidade, como médicos, enfermeiros que fazem visitas de rotina, e professores.
A embarcação, que tem capacidade para 63 passageiros, faz duas rotas. Às segundas e quartas-feiras, ela atende os moradores da Ilha do Teixeira, Europinha, Eufrásia e Amparo. Para esses lugares, o barco sai de Paranaguá às 6 horas e retorna às 9 horas, e à tarde a saída do continente acontece às 15 horas com retorno às 18 horas. Nos mesmos horários, porém às terças e quintas-feiras, é a vez da lancha ir até Ponta de Ubá, Vila São Miguel, Piaçaguera e Cotinga.
A Prefeitura de Paranaguá estima que o projeto esteja beneficiando cerca de 4 mil moradores da região. A opção de transporte está fazendo sucesso. Uma prova é o aumento do fluxo de pessoas que cada vez mais estão usufruindo do serviço. Com isso, a Secretaria do Meio Ambiente já está estudando a possibilidade de ampliar o número de embarcações. A idéia da prefeitura é que durante o verão, os turistas também possam utilizar o transporte, pagando ingresso. A cobrança começará a partir de 13 de outubro. Nos próximos dias, a prefeitura iniciará o cadastramento dos moradores das ilhas. Eles receberão uma carterinha, que lhes garantirá o transporte gratuito.Arquivo FolhaOs barcos vão percorrer as ilhas regularmente, facilitando o acesso dos moradores aos serviços de saúde e educaçãoAdriana Ribeiro

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