Foz do Iguaçu A Polícia Civil abriu inquérito para investigar a morte de um senhora atropelada por uma caminhonete conduzida por um policial militar supostamente embrigado, anteontem em Foz do Iguaçu. O enterro de Joana da Silva Figueiredo, 62 anos, realizado ontem, foi marcado por um clima de revolta dos parentes. A idosa e seu marido, José Barroso Figueiredo, 63 anos, foram atingidos quando ''tomavam sol'' em frente de casa, no Profilurb 2, região sul. O casal foi jogado contra o muro. A mulher morreu na Santa Casa Monsenhor Guilherme. Ontem, o marido dela continuava internado, sem risco de morte.
Segundo testemunhas, o soldado Honório Coelho, 25, teria abandonado o local sem prestar socorro às vítimas. Exame de bafômetro revelou que o motorista havia ingerido 0,51 miligramas de álcool por litro de sangue no corpo. A dosagem tolerada por lei é de 0,33 miligramas. Segundo a polícia, ele confessou ser autor do atropelamento. O soldado não estava em serviço. O comandante do 14º Batalhão da Polícia Militar (BPM), Nelson João Casarolli, disse que fuga ocorreu porque Coelho temia ser linchado. O soldado está detido no quartel.

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