Idade das construções dificulta adaptações
Para Carmem Sposti, secretária de Educação de Londrina, a comunidade e o poder público deveriam trabalhar juntos pela melhoria nas condições de ensino. Segundo ela, a prefeitura atende as demandas da pasta na medida do possível. ''Aos poucos, estamos consertando, ampliando e construindo mais escolas. No ano passado, por exemplo, investimos mais de R$ 8 milhões em recursos próprios apenas na rede física. Quanto às creches filantrópicas, tentaremos aumentar o repasse mensal de verba'', disse.
No Paraná, a média de idade das escolas estaduais é 60 anos e, por isso, qualquer alteração física é delicada. Esta é a justificativa de Ana Lúcia Albuquerque, diretora de Administração Escolar, da Secretaria de Estado da Educação, para a deterioração geral. Conforme ela, as resoluções deverão ser normatizadas (adaptadas à realidade) pelo Conselho Estadual e depois submetidas ao Conselho das Vigilâncias Sanitárias Municipais antes de serem executadas. ''Temos escolas quase centenárias, onde a falta de espaço impede, por exemplo, a construção de rampas'', explicou Ana Lúcia.®MDNM¯(B.R.)





