Enquanto alguns municípios optam pela utilização de usinas de reciclagem e compostagem de lixo, outros queimam esta etapa e investem em educação ambiental e coleta seletiva. Os resultados obtidos podem ser analisados através de dois exemplos: Ibiporã e Toledo.
O primeiro, desde 1987 utiliza usina de reciclagem sem a implantação de um programa de coleta seletiva. Segundo a secretária de Obras de ibiporã, Gimere Corsini Calsavara, das 17 toneladas de lixo coletada por dia – podendo chegar a 50 toneladas às segundas e sextas-feiras – 12% são aproveitadas como lixo reciclável.
Em Toledo, de acordo com a promotora de Defesa do Meio Ambiente de Londrina, Luciana Lepri Moreira, o lixo já separado nas casas é recolhido por um caminhão compartimentado. Um funcionário coloca cada tipo de lixo (papel, plástico, vidro e alumínio) no compartimento adequado.
Ao chegar no local de destino outro funcionário armazena cada tipo de lixo em fardos que são vendidos. Com este sistema, Toledo consegue reciclar atualmente 35% do seu lixo, gastando U$ 8,00 por tonelada. A Vega Sopave cobra por tonelada do lixo coletada em Londrina, R$ 55,00. Na opinião da promotora, separar o lixo manualmente nas esteiras da usina é o mesmo procedimento do ‘‘Lixão’’.

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