O representante do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) no Paraná, Luiz Antonio Nunes de Mello, disse ontem que deverá consultar a Procuradoria Geral do instituto, em Brasília, para decidir meios e com quais argumentos o órgão tentará cassar a liminar que suspende o início das obras de revitalização do Parque Nacional do Iguaçu.
A liminar foi expedida anteontem pelo juiz Oscar Alberto Mezzaroba Tomazoni da 7ª Vara da Justiça Federal, em Curitiba. Ele atendeu à ação civil pública apresentada pela procuradora da República no Estado, Antonia Krueger.
Segundo o representante do Ibama no Paraná, o escritório de Curitiba não havia recebido, até o final da tarde de ontem, nenhum comunicado da Justiça Federal. ‘‘Só tive conhecimento da decisão através da imprensa’’, disse Nunes de Mello, que decidiu suspender a implantação do canteiro de obras. Mello foi empossado no cargo há pouco mais de um mês.
De acordo com a ação que deu origem a liminar, o Ibama promoveu as licitações sem ter elaborado os projetos básicos das obras previstas, que estão orçadas em R$ 20 milhões.

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