O chefe interino do Instituto Ambiental do Paraná (IAP) em Londrina, Roberto Gonçalves, informou que o órgão já forneceu licença prévia para a instalação da GNB no distrito rural, e está analisando o pedido de licença de instalação. A empresa ainda terá que obter a licença de operação antes de começar a funcionar. ''O trabalho está sendo feito por técnicos do IAP de Curitiba, que já pediram algumas adequações técnicas no projeto.''
Gonçalves disse entender a preocupação dos moradores do distrito mas ressaltou que a licença de operação só será emitida se todas as normas ambientais forem cumpridas. ''E vale ressaltar que temos uma das mais modernas legislações do mundo.''
De acordo com ele, o projeto da GNB é um dos mais modernos em termos de tecnologia, mas ressaltou que isto não é garantia de que as próximas licenças serão emitidas. ''Estamos sendo bastante rígidos.''
Entre os vários estudos exigidos da fábrica está o hidrogeológico, que segundo Gonçalves, mostrou que a reciclagem e produção de baterias na região não vai ocasionar contaminação dos recursos hídricos. Em relação à emissão de gases, ele esclareceu que a empresa se compromete a usar equipamentos de controle.

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