IAP diz que caso foi encaminhado ao Ministério Público
IAP diz que caso
foi encaminhado ao
Ministério Público
A chefe do escritório regional do Instituto Ambiental do Paraná (IAP), em Cornélio Procópio, Fátima Roque, disse que o órgão já fez diversos levantamentos sobre os borrachudos e que o caso já foi encaminhado ao Ministério Público. Ela ressaltou que todos os proprietários de áreas que margeiam o ribeirão podem vir a ser notificados pelo IAP. Se não existe mais mata, o que é caso do ribeirão, os proprietários são obrigados a repor a mata ciliar. A falta dessa mata provoca um grande desiquilíbrio ambiental. Existe a possibilidade de os moradores serem notificados, alerta.
O promotor de Justiça João Eduardo da Fonseca disse que o Ministério Público está acompanhando o caso e trabalhando em várias frentes há quase dois anos. Cada um dos envolvidos moradores, Iguaçu e Sanepar precisa se comprometer em tomar medidas que resolvam o problema. Pelo que temos conhecimento, a Iguaçu já tomou alguns providências, mas ainda falta muita coisa a ser feita, disse. Ele afirmou ainda que a Sanepar é um dos órgãos que mais polui o ribeirão.
O gerente do escritório local da Sanepar, Milton Borghi, disse que a estação de tratamento local tem capacidade para tratar todo o esgoto da bacia do Ribeirão São Luiz, mas que em dias de chuva forte a sobrecarga acaba caindo no ribeirão. Mas segundo o biólogo da Universidade Estadual de Londrina que fez o estudo sobre os borrachudo, não há nenhuma ligação com essa descarga de água e aparecimento dos mosquitos., justifica. (E.M.)





