Especial para a Folha
O Instituto Ambiental do Paraná (IAP) enviou nota à redação da Folha, ontem, contestando as declarações do Fórum Pró-conservação da Natureza no Paraná, de que o Instituto não teria agido com rigor na fiscalização e autuação de empresas responsáveis pela extração de araucária e imbuia na região de Turvo (região centro-sul do Estado). O diretor de Recursos Humanos do IAP, Mário Sérgio Rasera, afirmou que assim que o problema foi constatado foram feitos a autuação e ambargo da área.
‘‘Muito antes dos ambientalistas constatarem a denúncia de exploração irregular da floresta, o IAP já havia autuado a empresa no limite máximo previsto em lei federal, e encaminhado o processo ao Ministério Público’’, disse Rasera. Ele explicou que, em seis meses, o IAP autuou a Indústria de Madeira Serra Forte e o proprietário da área, Josias Rickli três vezes.
O IAP tem fiscalizado a área e, após a última autuação, dia 3 de maio, ele acredita que a empresa não esteja mais atuando na região. O processo, agora, está na Comarca de Guarapuava, onde a juíza Lídia Munhoz Matos Guedes Correa, da 1ª Vara Criminal de Guarapuava, vai analisar o processo criminal instaurado pelo Ministério Público. A reportagem não conseguiu contato com as madeireiras e o proprietário da área.

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